NÃO BASTA SER NAMORADOÉ PRECISO ESTAR ENAMORADO!!!! ...'
terça-feira, 30 de setembro de 2008
By Silvana Duboc
NÃO BASTA SER NAMORADOÉ PRECISO ESTAR ENAMORADO!!!! ...'
palavreado por Cris Rosa às 20:49 0 comentários
Agradável ou Falso

palavreado por Cris Rosa às 20:13 0 comentários
Se Eu Pudesse...
danuza.leao@uol.com.br
palavreado por Cris Rosa às 19:09 0 comentários
Mulheres Possíveis
Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Culpa por nada, aliás.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Você não é Nossa Senhora.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante.
Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.
É ter tempo.Tempo para fazer nada.Tempo para fazer tudo.Tempo para dançar sozinha na sala.Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.Tempo para sumir dois dias com seu amor.Três dias.Cinco dias!
Tempo para uma massagem.Tempo para ver a novela.Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.Tempo para fazer um trabalho voluntário.Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.Voltar a estudar.Para engravidar.Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si. Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo! Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir.
Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.Desacelerar tem um custo.
Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'.
palavreado por Cris Rosa às 18:36 0 comentários
domingo, 28 de setembro de 2008
Para Luiza....
(by Henfil)
palavreado por Cris Rosa às 16:38 0 comentários
Depressão.....
- Tardi, Dotô.- Boa tarde. Sente-se
- Careci não. Ficu di pé, memo
- Sente-se para eu poder examinar.
- O Dotô é quem manda.
- Mas fale-me. O que está acontecendo?
- Ai, Dotô! Mi dá umas dor di veiz in quandu.
- Que dor?
- Aqui, óia. Nu estromagu. Beeem lá nu fundinhu.
- Forte?
- As veiz. Trasveiz é anssim ó, di mansinhu.
- E o que você faz?
- Tem veiz que eu cantu. Trasveiz eu vô pra cunzinha fazê um bolu.
- Tem outra dor?
- Tenhu, sim, Dotô. Aqui, ó. Pertu dus óio.
- E essa é forte?
- Também é forte não. Quandu ela dá eu cunversu cas vizinhas I passa.
- Outra?
- Tenho sim senhô. Aqui. Anssim, nu meio das custela, pareci nu coração. Dá uns apertu aqui, ó
- E você faz o que?
- Tem veiz qui eu choru. Trasveiz eu ficu anssim, muitu da queta pra vê si passa
- E passa?
- As veiz. Trasveiz eu vô pra pracinha. Lá eu sentu num bancu vê as criança brincá prá esperá passá.
- Você mora com alguém?
- Moru não, Dotô. Sô sunzinha nessi mundão di Deus.
- Não tem família?
- Aqui tenhu não. Minha famia é todinha du interiô du sertão, pertinhu de Urandi, lá quasi Im Minas. I vim sunzinha pra Sum Paulu tentá a vida
- E você faz o que?
- Óia, Dotô. Eu já fiz um cadinhu di tudu nessa vida.Já trabaiei numa firma di limpeza, já cuidei di criança. Já trabaiei numa casa di genti rica.Agora eu trabaio cuma mocinha qui mais viaja qui fica Im casa.Ela avua num avião di dia I di noiti. Aí eu ficu sunzinha.
- Você mora com ela?
- Moru sim, Dotô. Ela dexa eu drumi num quartinhu lá nus fundu da casa.
- Sabe cozinhar?- Oxa is não! Cunzinhu muitu du bem! Coisa mais simpres anssim ICoisa mais di genti chiqui.
- Gosta de crianças?
- Ô, seu Dotô. É as criaturinha mais anjinha qui Deus botô nu mundu!
- Qual o seu nome mesmo?
- Óia, Dotô. Eu num gostu muitu, mas a modi agrada a santa, minha mainha botô Crara.
- Dona Clara. Eu sei o que a senhora tem.
- Comu anssim, si o Dotô nem incostô im mim?
- O que a senhora tem Dona Clara, chama-se solidão e é a causadora de toda essa tristeza.
- I issu mata, Dotô?
- Ás vezes, sim. Mas, no seu caso bastam amigos, alguns remédios e um pouco de carinho. Dona Clara. Vai parecer estranho e nem eu mesmo entendo porque estou fazendo isso, Mas minha esposa está grávida e nosso segundo filho é para o mês que vem. Já temos uma menina. E até hoje é minha esposa que cuida de tudo. Porém, com o bebê pequeno precisamos de alguém que cuide da casa.Que tal ficar conosco?
- Oxa si não! Óia, Dotô. Nunca fizeram issu pur mim não. Vixe!Vai sê coisa muitu da boa ficá cum oceis. I careci di morá lá, Dotô?
- Sim. Temos um quarto vago, no apartamento. Podemos tentar por uns meses.O que acha?
- Dotô. É Anssim como tê famia, né?
- Quase...
- Dotô. Eu num vô mais sê sunzinha. Vixe! Deus lhi pague, Dotô, a modi qui carinhu anssim, nem mainha mi dava.
- Vamos testar. Combinado?
- Cumbinadu. Dotô. Careci di eu fazê uma pregunta. Eu num vô mais senti essas dor?
- Vamos combinar uma coisa ? O dia que sentir essa dor você me procura.
- Prá modi du senhô mi inxaminá?
- Não. Prá modi nóis trocá dois dedinhu di prosa.
palavreado por Cris Rosa às 16:22 1 comentários
Sob o olhar dos outros.....
Como seria olhar para nós mesmos com os olhos dos outros? O que eles vêem que não queremos ver? O que evitamos admitir?
Quando a crítica alheia nos agride, temos a oportunidade de reconhecer nossos pontos sensíveis. Tão sensíveis e frágeis que evitamos a todo custo tocá-los. Esses pontos são lugares escuros dentro de nós, nos quais receamos entrar e nos perder: emoções semelhantes a labirintos que nos confundem cada vez mais, sempre que penetramos neles. Por isso, costumamos simplesmente dizer: “Ele não podia ter dito isso... não suporto ser vista assim”.
Nesses momentos, o olhar daquele que nos agride chega até nós como um peso capaz de nos afundar. Ou seja, não suportamos a crítica alheia porque ela nos afunda na medida em que perdemos a capacidade de nos auto-sustentar.
Quando uma crítica nos deixa indignados, temos a oportunidade de saber um pouco mais sobre nós mesmos. Neste sentido, a desagradável e irritante crítica alheia pode se tornar uma brecha para encararmos de frente aspectos que antes negligenciávamos.
Por isso, quando o golpe nos fere é hora de parar de lutar: deixar o outro partir como vencedor, para cuidar urgentemente de nós mesmos.
Abandonar a luta significa decidir abandonar certas emoções e priorizar outras. É como largar a raiva em prol da clareza interior. Enquanto ficamos presos pelos ganchos da indignação, estamos atados ao olhar alheio como fonte de orientação. É preciso largar o outro, para recuperar a si mesmo.
Quando nos liberamos da carga extra, tocamos o que é essencial. Quando paramos de nos esforçar excessivamente, tocamos a energia básica que nos sustenta naturalmente.
Emoções desconcertantes são como águas turbulentas: se as engolirmos, poderemos morrer afogados. O segredo é boiar para não afundar: entregar o corpo e a mente às águas turvas da emoção. Quando boiamos, reconhecemos que nossa fragilidade não é mais uma ameaça, mas um passo inicial para entrarmos em nós mesmos. Afinal, só podemos superar nossos bloqueios se pudermos aprender a reconhecê-los como limitações possíveis de serem transformadas.
O mero ato de perceber com mais clareza a nossa real condição já dá início a uma possível transformação.
Chögyam Trungpa nos alerta, em seu livro “Muito além do divã ocidental” (Ed. Cultrix):
“O problema surge quando tornamo-nos ambiciosos demais ao lidar com nossas emoções - especialmente se estamos envolvidos na pratica espiritual. Dizem-nos que devemos ser pessoas boas, gentis, afáveis. São idéias convencionais de espiritualidade. Quando começamos a perceber qualidades desagradáveis em nós mesmos, encaramo-las como antiespirituais e tentamos expulsá-las. É o maior erro possível quando trabalhamos com nossos padrões psicológicos básicos. Sempre que tentarmos expulsar os problemas maiores e buscar uma cura radical para eles, somos rechaçados e derrotados. A idéia não é nos induzir a criar uma espiritualidade utópica, mas tentar observar os detalhes das emoções mais intensas, as qualidades dramáticas das emoções. Não é preciso esperar por situações que consideremos importantes e significativas para nós, devemos aproveitar até mesmo as menores situações em que as emoções ocorrem. Devemos trabalhar com as irritações menores ou menos importantes e suas qualidades emocionais específicas. Não se trata de suprimir ou desprezar as irritações, mas de passar a fazer parte delas, perceber suas qualidades abstratas. Com isso, as irritações não terão ninguém para irritar. Podem desaparecer ou transformar-se em energia criativa. Quando somos capazes de trabalhar, tijolo por tijolo, essas emoções menores e aparentemente insignificantes, em algum momento constatamos que, removendo os tijolos um a um, acabamos removendo o muro todo”.
(retirado do site Somos Todos Um)
palavreado por Cris Rosa às 14:47 0 comentários
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Não Vale à Pena

Ficou difícil
Tudo aquilo, nada disso
Sobrou meu velho vício de sonhar
Pular de precipício em precipício
Ossos do ofício
Pagar pra ver o invisível
E depois enxergar
Que é uma pena
Mas você não vale a pena
Não vale uma fisgada dessa dor
Não cabe como rima de um poema
De tão pequeno
Mas vai e vem e envenena
E me condena ao rancor
De repente, cai o nível
E eu me sinto uma imbecil
Repetindo, repetindo, repetindo
Como num disco riscado
O velho texto batido
Dos amantes mal-amados
Dos amores mal-vividos
E o terror de ser deixada
Cutucando, relembrando, reabrindo
A mesma velha ferida
E é pra não ter recaída
Que não me deixo esquecer
Que é uma pena
Mas você não vale a pena
palavreado por Cris Rosa às 17:35 0 comentários
CABIDE: by Ana Carolina e Martinália
Me acabando de rir
E se eu disser que não digo, e não ligo, e que fico
E que só vou aprontar
É que eu sambo direitinho, assim bem miudinho,
Cê não sabe acompanhar
Vou arrancar sua saia e pôr no meu cabide só pra pendurar
Quero ver se você tem atitude
E se vai encarar
E se eu sumir dos lugares, dos bares, esquinas
E ninguém me encontrar
E se me virem sambando até de madrugada
E você for até lá
É que eu mando direitinho assim bem miudinho,
Sei que você vai gostar
Vou arrancar sua blusa e pôr no meu cabide só pra pendurar
Quero ver se você tem atitude e se vai me encarar
Chega de fazer fumaça, de contar vantagem
Quero ver chegar junto pra me juntar
Me fazer sentir mais viva
Me apertar o corpo e a alma
Me fazendo suar
Quero beijos sem tréguas
Quero sete mil léguas sem descansar
Quero ver se você tem atitude e se vai me encarar.
Quero ver se você tem atitude e se vai me encarar.
Quero ver se você tem atitude e se vai me encarar.
palavreado por Cris Rosa às 17:22 0 comentários
É + ou - por aí....
Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:
- ‘Ah, terminei o namoro… ‘
- ‘Nossa, quanto tempo?’
- ‘Cinco anos… Mas não deu certo… Acabou’
- É não deu…?
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.
E o bom da vida é que você pode ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?
E não temos esta coisa completa.
Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.
Às vezes ela é compreensível, mas não é tolerante.
Tudo nós não temos.
Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona..
Acho que o beijo é importante.. E se o beijo bate.. Se jogue.. Se não bate.. Mais uma dose, por favor.. E vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não lute, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.
Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?
O legal é alguém está com você por você.
E vice versa.
Não fique com alguém por dó também.
Ou por medo da solidão.
Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.
E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.
Faz parte. Você namora outro ser, outro mundo e outro universo.
E nem sempre as coisas saem como você quer..
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
E nem todo sexo bom é para namorar.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.
Enfim… Quem disse que ser adulto é fácil?
palavreado por Cris Rosa às 17:01 0 comentários
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Deficiências....
palavreado por Cris Rosa às 21:34 0 comentários
Sossegue, Coração...
ainda não é agora
a confusão prossegue
sonhos afora
calma calma
logo mais a gente goza
perto do osso
a carne é mais gostosa
palavreado por Cris Rosa às 21:22 0 comentários
Fogueira
Por que queimar minha fogueira
E destruir a companheira
Por que sangrar o meu amor assim
Não penses ter a vida inteira
Para esconder teu coração
Mais breve que o tempo passa
Vem de galope o meu perdão
Por que temer a minha fêmea
Se a possuis como ninguém
A cada bem, do mal, do amor em mim
Não penses ter a vida inteira
Para roubar meu coração
Cada vez é a primeira
Do teu também serás ladrão
Deixa eu cantar
Aquela velha estória, amor
Deixa eu penar
A liberdade está na dor
Eu vivo a vida a vida inteira
A descobrir o que é o amor
Leve pulsar do sol a me queimar
Não penso ter a vida inteira
Para guiar meu coração
Sei que a vida é passageira
Mas o amor que eu tenho não
Quero ofertar
A minha outra face à dor
Deixa eu sonhar
Com a tua outra face, amor
Não penso ter a vida inteira
Para guiar meu coração
Sei que a vida é passageira
Mas o amor que eu tenho não
Quero ofertar
A minha outra face à dor
Deixa eu sonhar
Com a tua outra face, amor
(Angela RoRo)
palavreado por Cris Rosa às 17:31 0 comentários
Com Endereço Certo ....
Assim ela já vai
Achar o cara que lhe queira
Como você não quis fazer
Sim, eu sei que ela só vai
Achar alguém pra vida inteira
Como você não quis
Tão fácil perceber
Que a sorte escolheu você
E você cego nem nota
Quando tudo ainda é nada
Quando o dia é madrugada
Você gastou sua cota
Eu não posso te ajudar
Esse caminho não há outro
Que por você faça
Eu queria insistir
Mas o caminho só existe
Quando você passa
Quando muito ainda pouco
Você quer infantil e louco
Um sol acima do sol
Mas quando sempre e sempre nunca
Quando ao lado ainda e muito mais longe
Que qualquer lugar
Outro dia ela já vai
Achar o cara que lhe queira
Como você não quis fazer
Sim, eu sei que ela só vai
Achar alguém pra vida inteira
Como você não quis
Se a sorte lhe sorriu
Porque não sorrir de volta
Você nunca olha a sua volta
Não quero estar sendo mal
Moralista ou banal
Aqui está o que me afligia
Ôo, um dia ela já vai
Achar o cara que lhe queira
Como você não quis fazer
Sim, eu sei que ela só vai
Achar alguém pra vida inteira
Como você não quis
palavreado por Cris Rosa às 16:28 0 comentários
Despedida

eu sabia
que mesmo depois que me
despedisse e fechasse
a porta
e descesse todos
os degraus troteando
a escada em espiral
e entrasse no táxi, boa-noite
siga reto, por favor, à
direita, o troco, obrigada
e acenasse para o porteiro
mesmo depois que eu apertasse
o botão do elevador, procurando
o chaveiro na bolsa
abrisse a porta de casa
tirasse os sapatos, os brincos
escovasse os dentes, os cabelos
mesmo depois que eu
dormisse e sonhasse e até a hora
em que acordasse, você ainda estaria
com os olhos
presos
à porta.
palavreado por Cris Rosa às 15:35 0 comentários
Em Tempos Tão Nebulosos....
Antigamente isso era até profissão. O homem do realejo abria a gaiola e dela saia um periquito adestrado, que retirava com o bico o papelzinho com uma mensagem. Dificilmente saia algo de ruim para alguém, talvez por isso ele fazia sucesso. Muitos chegavam a guardar o papelzinho para que a sorte andasse junto.
Hoje em dia alguns amuletos fazem esse papel. A ferradura é um deles. Símbolo de felicidade e fertilidade, ela traz energias positivas ao ambiente por duas razões. É de ferro - elemento que os gregos acreditavam proteger contra todo mal - além de ter um formato de Lua crescente, símbolo de prosperidade.
O sal grosso garante força, proteção e purificação. Deve ser colocado próximo à porta para absorver fluidos negativos, neutralizar o mau-olhado e renovar a energia.
palavreado por Cris Rosa às 15:24 0 comentários
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Almas Perfumadas
palavreado por Cris Rosa às 20:51 0 comentários
Pensamentos de Machado de Assis

- Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria.
- Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar.
- Creia em si, mas não duvide sempre dos outros
- Pensamentos valem e vivem pela observação exata ou nova, pela reflexão aguda ou profunda; não menos querem a originalidade, a simplicidade e a graça do dizer.
- Palavra puxa palavra, uma ideia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução, alguns dizem que assim é que a natureza compôs as suas espécies.
- Há coisas que melhor se dizem calando.
- Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho, Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!
- A imaginação foi a companheira de toda a minha existência, viva, rápida, inquieta, alguma vez tímida e amiga de empacar, as mais delas, capaz de engolir campanhas e campanhas, correndo...
palavreado por Cris Rosa às 20:28 0 comentários
domingo, 21 de setembro de 2008
Pensamento, O Artífice do Destino...

Nós somos o que pensamos.
Muito mais do que imaginamos.
Muito mais do que supomos.
Mais ainda do que sentimos.
Se pensarmos melhor, melhor seremos.
Isso é lei básica do pensamento.
A energia segue automaticamente o que pensamos.
Logo, melhora as energias quem pensa melhor.
Quem pensa em melhorar, melhora só de pensar.
O pensamento é o artífice do destino.
Cada pensamento é um sulco na mente,
Por onde correm as energias e os sentimentos.
Cada escolha, modos do pensamento.
Cada ato, escolha do pensamento.
Cada destino, modos de escolha.
Cada um é o que pensa!
Quem pensa, escolhe; Quem semeia, colhe.
Quem planta cerejas, colherá cerejas.
Quem semeia vento, colherá tempestade.
Quem semeia luz, já melhora, só por semear.
Cada ato é pensamento exteriorizado.
Cada palavra é a sonorização do pensamento.
Cada gesto é movimento do pensamento.
Cada energia manifestada, modos do pensamento.
Pensamos, logo existimos.
Ou, melhor, existimos porque pensamos.
Ou, seria mais acertado dizer:
"Pensamos, logo complicamos!"
O pensamento vai e vem pelos sulcos...
Sua natureza é o movimento.
E esse é o seu tormento: a agitação.
O remédio: a meditação.
palavreado por Cris Rosa às 16:21 1 comentários
sábado, 20 de setembro de 2008
Queixa
palavreado por Cris Rosa às 13:53 0 comentários
Ser Avó....
No entanto - no entanto! - nem tudo são flores no caminho da avó.
Há acima de tudo, o entrave maior, a grande rival: a mãe.
Rigorosamente, nas suas posições respectivas, a mãe e a avó representam, em relação ao neto, papéis muito semelhantes ao da esposa e da amante nos triângulos conjugais. A mãe tem todas as vantagens da domesticidade e da presença constante. Dorme com ele, dá-lhe de comer, dá-lhe banho, veste-o. Embala-o de noite. Contra si tem a fadiga, a rotina, a obrigação de educar e o ônus de castigar.
Já a avó não tem direitos legais, mas oferece a sedução do romance e do imprevisto. Mora em outra casa. Traz presentes. Faz coisas programadas, leva a passear, "não ralha nunca", deixa se lambuzar de pirulito. Não tem a menor pretensão pedagógica.
Até as coisas negativas se viram em alegrias quando se intrometem entre avó e neto: o bibelô que se quebrou porque ele - involuntariamente! - bateu com a bola nele. Está quebrado e remendado, mas enriquecido com preciosas recordações: os cacos na mãozinha, os olhos arregalados, o beiço pronto para o choro; e depois o sorriso malandro e aliviado porque ninguém zangou, o culpado foi a bola mesmo, não foi, vó?
Era um simples boneco que custou caro.
Hoje é relíquia: não tem dinheiro que pague!
palavreado por Cris Rosa às 13:37 0 comentários
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Sobre o Amor
palavreado por Cris Rosa às 12:45 0 comentários
O Convite
( carvão sobre papel, obra de Antonio Tapadinhas)...esta noite seremos
um canto gregoriano
o azul mediterrâneo
um esforço
sobre-humano
uma estrada
e seu atalho
uma valsa
e seu compasso
uma dança
na esperança
de que a noite
cheire a vinho
e tenha gosto
e que o encontro
seja um pacto
e tenha essência.
Se quiseres...
...esta noite teremos
nossa pele
dedilhando suores
nossas mãos
visitando os calores
nossas bocas
cheirando sabores
nossa urgência
implorando favores
nossa cama
hospedando os clamores
nossos ais
declamando os ardores
nosso amor
desenhando os louvores.
Se deixares...
...esta noite veremos
os silêncios cantando
sem palavras
os poemas tremendo
de alegria
as estrelas gemendo
sem vergonha
a emoção delirando
docemente
a canção galopando
sem arreios
a ternura gerando
gestos quentes
eloquentes
dementes
frementes
urgentes.
Se pedires...
...esta noite
será então
um planeta
sem fronteiras
a pergunta
e a resposta
um delírio
sem limites
dois amantes
e seus jogos
o desejo
realizado
um encontro
de mutantes
sem idade
procurando
sem receio
prometendo
sem descanso
conjugando
grito e eco
olho e brilho
dia e lua
uma rua
e sua esquina
uma noite
ensolarada
o deserto
e seus camelos
vela e vento
cruz e espada.
Esta noite
então...
se vieres
e quiseres...
se deixares
e pedires...
(by Bruno Kampel)
palavreado por Cris Rosa às 12:45 0 comentários
Princípio
Na paixão de um homem,
na inquietude das feras,
no vermelho que o fio da lâmina provoca
o olho acostumado a perscrutar
as máscaras, as almas, o que não se confessa.
Na origem profunda do ser
Onde tudo começa
na sua luta contra o tempo
e contra a natureza
em tudo há o desgaste
em tudo o conflito se apresenta
raiz do ataque e defesa
há o mar, a fúria do mar
e a força da rocha que o enfrenta.
(Bruna Lombardi)
palavreado por Cris Rosa às 07:57 0 comentários
by Bernardo de Passos
P'ra mentira ser seguraE atingir profundidade,Tem que trazer à misturaQualquer coisa de verdade.___________________________O rato mete o focinhoSem pensar que faz asneiraDepois, ou larga o toucinho,Ou fica na ratoeira._______________________________Enquanto o homem pensarQue vale mais que outro homem,São como os cães a ladrar,Não deixam comer, nem comem._______________________________Sem que o discurso eu pedisse,Ele falou; e eu escutei.Gostei do que ele não disse;Do que disse não gostei.
palavreado por Cris Rosa às 07:57 0 comentários
(Con) junções
palavreado por Cris Rosa às 07:57 0 comentários
Quadro Para Uma Fotografia
palavreado por Cris Rosa às 07:57 0 comentários
Estradas Paralelas
Como nuvem passageira
como lágrima derradeira
nos distanciamos.
Deixei de viver nos seus planos
e você foi retirado dos meus
e sabe Deus
se vai ser melhor assim
ou muito ruim.
Importante é que a estrada continua
tanto a minha quanto a sua
e embora agora sejam duas
podem ser paralelas
jamais se encontrarem
mas nunca se afastarem.(Silvana Duboc)
palavreado por Cris Rosa às 07:57 0 comentários
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
ASSIM..ASSIM....
palavreado por Cris Rosa às 14:43 0 comentários

Quando se anuncia a chegada de um novo membro na família, há grande alegria.
Os pais se desdobram em complexos preparativos.
Por ocasião do nascimento, há arroubos de ternura.
A Sabedoria Divina veste os Espíritos que retornam à carne com encantadora roupagem.
Frágeis e graciosos, eles inspiram cuidados e afeto.
É com enternecimento que os pais acompanham o crescimento de seus pequenos rebentos.
Desejosos de que sejam muito felizes, tomam inúmeras providências.
Colocam-nos nas melhores escolas, cuidam de sua saúde, os defendem de tudo e de todos.
É bom e natural que seja assim, pois a tarefa dos pais envolve o cuidado e o preparo de seus filhos para os afazeres da vida.
Entretanto, essa tarefa é muito mais vasta.
Todo bebê que nasce representa um antigo Espírito que retorna ao cenário terrestre.
Como terá de viver em um mundo materializado, ele precisa receber educação formal e todos os demais cuidados que essa circunstância inspira.
Entretanto, como Espírito imortal, não renasce na carne para vencer os outros e brilhar em questões mundanas.
Todo Espírito precisa crescer em intelecto e em moralidade.
No atual estágio da evolução humana, há um certo descompasso entre esses dois aspectos.
A busca pelo bem-estar e mesmo o egoísmo fazem com que a criatura procure modos de viver o melhor possível.
Ao cuidar de seus interesses, ela exercita naturalmente a inteligência.
Entretanto, sob o prisma ético, a evolução costuma ocorrer de forma algo mais vagarosa.
Um contingente muito significativo dos Espíritos demora bastante para sentir o próximo como um semelhante.
Surge tardiamente a compreensão de que o outro também tem sonhos, sofre, chora e merece respeito e amparo.
O aspecto moral é atualmente deveras crítico.
Para as criaturas em geral não falta capacidade de raciocínio.
Falta-lhes retidão de caráter, compaixão e pureza.
Conseqüentemente, a desenvolver tais qualidades é que os pais precisam se dedicar.
Se apenas cuidarem para que os filhos sejam felizes, sob o prisma mundano, falirão em sua tarefa.
Os filhos terão nascido para buscar uma coisa, mas os pais os direcionarão a conquistar outras.
Isso implicará a perda de uma preciosa oportunidade.
Então, é necessário cuidar da instrução formal das crianças e adolescentes.
Mas é primordial ensinar-lhes respeito ao próximo.
Os jovens precisam aprender que a família e os bens dos outros são sagrados.
Que a tolerância é uma virtude preciosa em um mundo cheio de facetas.
Que a consciência tranqüila constitui o maior tesouro que se pode possuir.
Mas, para que a lição não seja hipócrita, os pais devem exemplificar, e não apenas falar.
Pense nisso.
palavreado por Cris Rosa às 12:56 0 comentários
domingo, 14 de setembro de 2008
Pedacinhos
Pra que ficar juntando os pedacinhos
do amor que se acabou
Nada vai colar,
nada vai trazer de volta
a beleza cristalina do começo
e os remendos pegam mal
Logo vão quebrar
Afinal a gente sofre de teimoso
Quando esquece do prazer
Adeus também foi feito pra se dizer:
Bye bye, so long, farewell...
Pra que tornar as coisas tão sombrias
na hora de partir
Por que não se abrir
Se o que vale é o sentimento
e não palavras quase sempre traiçoeiras
e é bobeira se enganar
Melhor nem tentar...
Afinal a gente sofre de teimoso
quando esquece do prazer
Adeus também foi feito pra se dizer:
Bye bye, so long, farewell...
(by Guilherme Arantes)
palavreado por Cris Rosa às 13:42 0 comentários
terça-feira, 9 de setembro de 2008
by Lennon
palavreado por Cris Rosa às 20:17 1 comentários
Não Vou Cobrar de Você
.....por Isaac Marinho
palavreado por Cris Rosa às 18:08 0 comentários
Fotografia
palavreado por Cris Rosa às 18:03 1 comentários
Grand'Hotel....
(composição de George Israel / Paula Toller / Lui Farias
palavreado por Cris Rosa às 17:46 0 comentários
3 Minutos.
..
.
palavreado por Cris Rosa às 16:34 0 comentários
domingo, 7 de setembro de 2008
O Que Sou.
palavreado por Cris Rosa às 15:10 0 comentários
sábado, 6 de setembro de 2008
O País Que Eu Quero.....
(Redação do Momento Espírita)
palavreado por Cris Rosa às 17:24 1 comentários
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
De Cara Lavada - 177

hoje me desfiz dos meus bens
vendi o sofá cujo tecido desenhei
e a mesa de jantar onde fizemos planos
o quadro que fica atrás do bar
rifei junto com algumas quinquilharias
da época em que nos juntamos
a tevê e o aparelho de som
foram adquiridos pela vizinha
testemunha do quanto erramos
a cama doei para um asilo sem olhar pra trás
e lembrar do que ali inventamos
aquele cinzeiro de cobre
foi de brinde com os cristais
e as plantas que não regamos
coube tudo num caminhão de mudança
até a dor que não soubemos curar
mas que um dia vamos
(Marta Medeiros)
palavreado por Cris Rosa às 21:01 0 comentários




































